O presidente do Banco Central, Fernão Bracher, disse, ao chegar em São Paulo, ontem, procedente de Nova Iorque, onde negociou com os credores e apresentou o plano econômico brasileiro ao FMI, que "o Brasil vai reescalonar a dívida externa com ou sem aval do FMI". Se o FMI aprovar o pacote, os bancos renegociarão a dívida por cinco anos. Sem o aval, o Brasil negociará com os bancos prorrogação por dois anos (O Globo).