O presidente do Banco Central, Fernão Bracher, propôs ontem aos 14 bancos integrantes do Comitê de Assessoramento da Dívida Externa Brasileira a rolagem automática dos débitos que vencem nos próximos cinco anos, período em que o país continuaria pagando apenas os juros, como já fez este ano. Bracher pediu também taxa de risco ("spread") igual à do México-- 1,125% acima da "Libor" (taxa interbancária do mercado londrino do eurodólar), contra os 2,5% pagos pelo Brasil até agora (O Globo).