O presidente José Sarney reafirmou que só pretende pensar na reforma ministerial em fevereiro e descartou a hipótese de extinção de algum ministério, mas, ainda assim, segundo o jornal Folha de São Paulo, consolida-se, no Palácio do Planalto, a tese de que o presidente deve aproveitar a reforma do Ministério "para enxugar a administração federal. Por exemplo, os Ministérios da Administração e da Desburocratização e a Secretaria de Modernização (da Secretaria do Planejamento) cumprem funções redundantes e podem ser englobadas em um único organismo". E de acordo com o jornal O Estado de São Paulo, o Ministério da Reforma e Desenvolvimento Agrário também será desativado. Ainda segundo O ESP, ao mesmo tempo, em que Sarney desativará esses ministérios, ele criará o do Bem Estar Social, a ser ocupado pelo atual presidente da LBA, Marcos Vilaça, ou pelo chefe da Secretaria de Ação Comunitária, Aníbal Teixeira (FSP) (O ESP).