De acordo com o Jornal do Brasil, o Instituto Benjamin Constant, no Rio de Janeiro, "mais antigo e aparelhado estabelecimento de educação de cegos do Brasil", anuncia que não poderá mais aceitar matrículas em 1986 para internato. A diretoria do Conselho Nacional de Educação Especial (CENESP), que controla o Benjamin Constant e o Instituto Nacional de Surdos, argumenta que "há distorções e privilégios na assistência a cegos e surdos no país", exemplificando da seguinte forma: 60% do seu orçamento de Cr$200 bilhões serão investidos com os mil alunos dos dois institutos, enquanto os 599 mil cegos de todo o Brasil praticamente vivem sem auxílio do governo federal (JB).