O presidente da Fundação CESGRANRIO-- instituição responsável pelo vestibular unificado do Rio de Janeiro--, Carlos Alberto Serpa, não concorda com a reserva de vagas para alunos carentes nas universidades públicas, e afirmou que "seria uma discriminação odiosa". A distinção entre candidatos ricos e pobres, para efeito de vestibular, foi proposta pelo secretário de Educação Superior do MEC, Gamaliel Herval (FSP).