Segundo as informações, os representantes da Igreja brasileira que participam do Sínodo dos Bispos, em Roma, têm manifestado posições divergentes durante a reunião. O cardeal-arcebispo do Rio de Janeiro, dom Eugênio Salles, da corrente conservadora, destacou o papel do papa, como fundamental na unidade da Igreja. Já o cardeal arcebispo de Fortaleza (CE), dom Aloísio Lorscheider, da corrente progressista, definiu a Igreja do futuro como uma Igreja dos pobres. O presidente da CNBB, dom Ivo Lorscheider, também progressista, defendeu a aplicação da Teologia da Libertação na América Latina (JB) (FSP).