O governo liberou ontem para a iniciativa privada a construção, o lançamento e a operação de satélites de telecomunicação. De acordo com a portaria no. 230, esses serviços poderão ser feitos por empresas nacionais e estrangeiras, desde que registradas no país e proprietárias de um satélite. Elas precisarão ter, também, US$300 milhões (Cr$161,3 bilhões), que é o custo estimado hoje pela Secretaria Nacional de Comunicações para se colocar um satélite funcionando no espaço (O ESP).