O secretário-geral da Rio-92, Maurice Strong, disse ontem, em Brasília, após encontro com o presidente Fernando Collor, que "de forma alguma o Brasil estará no tribunal" durante a conferência. "Lamento decepcioná- los, mas não será uma conferência sobre o Brasil. Não vamos tomar o país de assalto", afirmou. Segundo ele, o Brasil e a Amazônia não estarão no centro dos debates. As questões brasileiras, disse, constarão do relatório nacional. Ele comentou também que o tema soberania não está na agenda e que "ninguém pediu a ninguém a renúncia da soberania, assim como nenhum país está disposto a isso" (GM).