A participação das ONGs (Organizações Não-Governamentais) dará o tom da Rio-92, galvanizando o debate. A opinião, do coordenador executivo do GTN (Grupo de Trabalho Nacional) que organiza a conferência, Luiz Themudo, foi apresentada ontem, no Rio de Janeiro, a empresários, para destacar a importância da união de cada setor para definição de propostas para a conferência. Segundo ele, o presidente Fernando Collor tem demonstrado preocupação com a possibilidade de esvaziamento da conferência não em termos de participantes mas em relação ao conteúdo. "O grande debate não será da agenda governamental mas das ONGs, que estarão cobrando posições em nome das sociedades de todos os países", disse (O ESP).