Brasil, Argentina e a Agência Internacional de Energia Atômica (AIEA) deverão chegar a um acordo sobre salvaguardas abrangentes somente no final de outubro. A informação é do chefe do Departamento Econômico do Itamaraty, embaixador Clodoaldo Hugueney Filho. Ao contrário do que informou este jornal, o acordo não chegou a ser assinado no último dia 18, em Viena, pois depende, inclusive, da aprovação do Congresso Nacionaal dos dois países. O presidente da Comissão Nacional de Energia Atômica (CNEN), José Luiz Santana, está em Viena para contatos com o diretor da AIEA, Hans Blix. Em outubro haverá mais uma rodada de consultas que deverá ser conclusiva (GM).