A paralisação dos funcionários do Sindicato dos Bancários do Rio de Janeiro, que entra hoje no 33o. dia, deflagrou uma "guerra" no sindicalismo do Rio. Os líderes classistas, eleitos para defender suas categorias, estão sendo acusados de se portarem como "novos patrões", ao adotar posturas que-- afirmam os funcionários em greve-- sempre combateram. Para enfrentar esta situação, surgiu no último dia 12 o Sindicato dos Trabalhadores em Entidades Sindicais (Sintesi), que reúne empregados dos sindicatos dos Bancários, dos Aeronautas, dos Previdenciários e dos Advogados, entre outros. Existem no Rio cerca de 200 sindicatos com oito mil funcionários. O novo sindicato ainda não tem sede, mas sua diretoria (integrada por 12 pessoas) já se reúne semanalmente (JB).