Em entrevista ao jornal japonês "Nihom Keizai Shimbun", o presidente Fernando Collor disse que está empenhado para que a Conferência Mundial sobre Meio Ambiente e Desenvolvimento não seja transformada "numa mera troca de informações entre os países participantes". Ele não quer também que a Rio-92 se limite "a acusações mútuas", mas que sirva para promover uma profunda reflexão sobre o atual modelo de desenvolvimento. Quanto à verba de US$50 milhões que o grupo dos sete países mais industrializados (G-7) destinou ao programa de preservação da Amazônia, Collor disse ao jornal que foi um gesto positivo, "embora insuficiente" (GM).