A FIESP (Federação das Indústrias do Estado de São Paulo) e a CNI (Confederação Nacional da Indústria) defendem a indexação total dos rendimentos de até cinco salários-mínimos. Durante o seminário Política Salarial versus Recessão, realizado ontem na Câmara dos Deputados, o diretor do Departamento Intersindical da FIESP, Paulo Roberto Pereira da Costa, e Antônio Carlos Navarro, diretor da CNI, entoaram o mesmo discurso a favor da indexação até cinco mínimos, como forma de proteger o poder de compra dos salários mais baixos. A medida vigoraria por um período pré-determinado, "enquanto durar a transição para a livre negociação total" (FSP).