A busca da articulação das centrais sindicais com uma das três organizações trabalhistas mundiais é a principal discussão que norteia as palestras e debates que estão sendo realizados durante a conferência Conjuntura Internacional: Rumos e Desafios para o Movimento Sindical, promovida pela CUT em Belo Horizonte (MG). Estão reunidos representantes de 10 centrais sindicais independentes de diversos países como Canadá, Itália, México e Portugal. De acordo com o secretário de Relações Internacionais da CUT, Osvaldo Bargas, a discussão maior é buscar qual a melhor solução para a articulação sindical: permanecer nas discussões internas de cada país ou estabelecer uma política ligada a uma das três centrais internacionais: Confederação Mundial do Trabalho (CMT), Confederação Internacional de Organizações Sindicais Livres (CIOSL) e Federação Sindical Mundial (FSM) (GM).