Donos de um patrimônio de US$15,5 bilhões, os fundos de pensão pretendem investir pelo menos US$4,6 bilhões na compra de ações das empresas estatais que serão privatizadas pelo governo, mas ainda não sabem se poderão contar com a totalidade desses recursos. Eles correm o risco de ter os investimentos limitados em US$2,8 bilhões. A diferença de US$1,8 bilhões é resultado de uma pendência entre a Associação Brasileira de Entidades Fechadas de Previdência Privada (ABRAPP) e o governo sobre os critérios de correção das Obrigações do Fundo Nacional de Desenvolvimento (OFNDs) (FSP).