Dois advogados-- Luiz Eduardo Greenhalg e Pedro Luiz Dalcero-- entraram, ontem, com uma ação responsabilizando a União e o Estado de Goiás pela morte do padre Josimo Morais Tavares, no dia 10 de maio, em Imperatriz (MA). Na ação, a mãe do padre, Olinda Tavares, denuncia o "descaso das autoridades diante das inúmeras denúncias de ameaças sofridas por ele". Assim, pede que a União e o Estado lhe dêem um salário-mínimo cada um, pelo resto da vida, ou até o dia em que o padre Josimo completaria 65 anos-- filho único, ele morreu aos 33 anos (JB).