O secretário da Polícia Civil do Rio de Janeiro, Nilo Batista, afirmou que "a repressão ao cigarro de maconha e ao jogo do bicho não será encarada como prioridade" em sua administração. Segundo ele, a pressão só acontecerá "quando essas atividades ocorrerem de maneira escandalosa e ostensiva. Não será permitido que ocorram nas vistas da polícia, mas não há condições de deslocar efetivos para combatê-las". Nilo Batista disse, também, que o "trotoir" de prostitutas e travestis não será reprimido no Rio de Janeiro, "pois a atividade não é crime e o Estado tem o dever de assegurar os direitos dos que a executam" (FSP).