A direção da CUT (Central Única dos Trabalhadores) fechou questão quanto à indexação salarial. O presidente da entidade, Jair Meneghelli, reiterou ontem que só aceita negociar uma nova política salarial com o governo e empresários se a remuneração dos trabalhadores for indexada à inflação. A disposição da CUT foi anunciada durante lançamento das campanhas "SOS Salários" e "De Olho no FGTS". A campanha será realizada em torno de três eixos: defesa do salário-mínimo de acordo com o projeto de lei em tramitação no Congresso Nacional (Cr$47 mil), realinhamento da média nacional dos salários (com ajuste agora de 50%) e adoção da correção automática mensal e integral de acordo com a inflação (JC) (O Globo).