O INAMPS foi lesado em Cr$115 bilhões nos últimos 24 meses, com a implantação indevida ou fictícia de órteses (aparelhos de correção), próteses (membros artificiais) e o uso de materiais especiais em segurados. A fraude foi constada após o aperto da fiscalização, que reduziu de Cr$7 bilhões para Cr$2,2 bilhões o gasto mensal com esse tipo de atendimento. A investigação, feita com base nos registros da Dataprev, constatou casos como o ocorrido no Hospital Regina, de Novo Hamburgo (RS), onde consta que um doente com broncopneumonia recebeu próteses ósseas. Na Santa Casa de Pelotas (RS), foi usado complexo instrumental para cirurgia cardíaca em um paciente internado apenas para observação (JB).