O empresário Wagner Canhedo, presidente da VASP, disse ontem, em Brasília, que depois do sequestro de seu filho, Wagner Canhedo Filho, ele vai se dedicar à aprovação do plebiscito pela pena de morte, defendida pelo deputado federal Amaral Neto (PDS-RJ). "Vou ser o maior cabo eleitoral do projeto do deputado. Sequestrador e estuprador têm que morrer. Eles não podem mais ficar aterrorizando as pessoas de bem que só pensam em viver para o trabalho e a família", disse Canhedo. O empresário diz que os seis dias que duraram o sequestro mudaram sua vida. "Você fica nas mãos dos sequestradores. Sua vida fica em pedaços", disse (FSP).