Aumento dos prazos para recolhimento do IPI (Imposto sobre Produtos Industrializados), Imposto de Renda e cobrança de multas. Essas foram as principais sugestões apresentadas pela FIESP e encaminhadas ontem ao ministro da Economia, Marcílio Marques Moreira, após a entidade analisar os efeitos para o setor da MP 297, em vigor desde a semana passada. "A 297 não é inconstitucional, mas provoca problemas de ordem operacional e financeira às empresas", afirma o presidente em exercício da FIESP, Carlos Eduardo Moreira Ferreira. O documento da entidade propõe que o governo dilate o prazo do recolhimento do IPI proporcionalmente à alíquota incidente sobre os produtos, ou seja, quanto mais elevada maior o prazo de recolhimento (GM).