FUNDO PARA A AMAZÔNIA DIVIDE AMBIENTALISTAS

Um grupo de trabalho composto por 11 entidades não-governamentais vai administrar, junto com a Secretaria Nacional do Meio Ambiente, os US$1,56 bilhão do Programa Piloto Para a Proteção das Florestas Tropicais do Brasil, cuja aprovação deverá ser decidida na reunião de cúpula dos sete industrializados (G-7), no próximo dia 13, em Londres (Inglaterra). É a primeira vez em que entidades civis participam da gestão de um programa ambiental governamental. O plano considera que o modelo associativo proposto para a sociedade civil e o governo "é certamente inovador". Mas para as entidades que o rejeitam, ele "configura um esforço de cooptação". Em sua primeira fase (US$280 milhões), o programa prevê a distribuição de US$42 milhões entre projetos demonstrativos não- governamentais na Amazônia (FSP).