A greve dos portuários baianos, que entra hoje no seu quarto dia, conta com a adesão maciça dos cerca de 1.020 funcionários da CODEBA (Companhia Docas do Estado da Bahia) lotados nos terminais de Salvador, Aratu e Ilhéus. Os portuários reivindicam 79% de reposição salarial a partir de 1o. de junho, na data-base da categoria, para zerar as perdas decorrentes do Plano Collor II. A CODEBA estima em Cr$15 milhões os prejuízos diários causados pela paralisação (GM).