Em um ano de atividades, o governo paralelo do PT só conseguiu produzir três projetos e ser visitado por apenas um nome de importância nacional, o presidente da FIESP, Mário Amato. Mas tanta inatividade não impediu a formação de uma crise: ontem, no Recife (PE), o deputado federal José Dirceu (SP) anunciou um reforma no "ministério", com a troca de cinco ministros do governo. E, em São Paulo, o presidente nacional do PT, Luís Inácio da Silva, anunciou que as 16 "pastas do gabinete" serão extintas (JB).