EMPRESAS AÉREAS SÓ PODEM TER 10% DA CELMA

A Comissão Diretora do Programa de Desestatização do governo aprovou ontem proposta do presidente do BNDES, Eduardo Modiano, limitando a 10% a participação de empresas aéreas no leilão de 87,2% das ações ordinárias da CELMA (Companhia Eletromecânica). A empresa não tem ações preferenciais. Modiano disse que a medida tem por objetivo impedir que uma única empresa aérea adquira o controle da CELMA, que é responsável pela manutenção e reparos mecânicos de aviões do Ministério da Aeronáutica e de empresas comerciais de aviação do Brasil e de outros países da América Latina (FSP).