O fumo, o álcool, as mudanças na dieta alimentar e as relações sexuais com os índios que visitam os centros urbanos estão deixando as muheres indígenas mais expostas às doenças ginecológicas típicas das mulheres da cidade grande. Exames feitos pela infectologista Regina Lana, do Hospital Evandro Chagas, da Fundação Oswaldo Cruz (FIOCRUZ), revela que 70% das índias suruís entre 20 e 40 anos que vivem no Parque Aripuanã, na fronteira de Mato Grosso com Rondônia, estão com inflamações no aparelho genital. Em muitos casos, as infecções provocam câncer (JB).