ARGENTINA E BRASIL PODEM UNIR PROJETOS DE ENERGIA NUCLEAR

Os programas nucleares do Brasil e da Argentina poderão ter um desenvolvimento maior se os dois países trabalharem juntos, de forma complementar. A observação foi feita ontem, no Rio de Janeiro, pelo diretor da Comissão Nacional de Energia Nuclear Argentina (CNEA), Dan Beninson, durante simpósio sobre "Aspectos de Segurança de Usinas Nucleares na América Latina". O diretor da CNEA ressaltou que, no momento, os dois países estudam o desenvolvimento da forma para a fiscalização mútua de seus programas nucleares, desde que preservados os segredos tecnológicos e comerciais de ambos. Os dois países vão propor, também, serem fiscalizados pela AIEA (Agência Internacional de Energia Atômica). Na América Latina estão em operação quatro usinas nucleares, duas na Argentina, uma no Brasil e uma no México (O Globo).