O destino do ministro do Trabalho e Previdência Social, Antônio Rogério Magri, somente será definido amanhã. O presidente Fernando Collor de Mello preferiu ouvir a versão do ministro sobre o episódio ocorrido em Genebra, para decidir se o mantém ou não no governo. Em Genebra, em vez de participar da solenidade de abertura da Organização Internacional do Trabalho (OIT), como principal representante do Brasil, Magri fazia compras em companhia de duas mulheres (JC).