Já chega a 200 mil o número de trabalhadores em greve no Rio de Janeiro, o que representa 5% da população ativa do estado, que é de 4.613.491. Estão parados os professores da rede estadual de ensino, da UFF, da UFRJ, os servidores da FEEMA, do IBAMA, o pessoal do IASERJ e os médicos da rede estadual de saúde. As reivindicações de reajuste salarial são diferenciadas, porém todas as categorias em greve têm cláusulas comuns, como melhores condições de trabalho, além da não privatização da saúde e das universidades (O Dia).