BRASILEIRO POUCO CONHECE SOBRE FLORESTA AMAZÔNICA

O Brasil poderá chegar à Rio-92 sem conhecer a própria Floresta Amazônica profundamente, apesar de ter sido fator preponderante na escolha do Brasil para a sede do evento da ONU. A conclusão é do diretor de Geociência do IBGE, Mauro Pereira de Mello, para quem o levantamento da floresta identificando a potencialidade, o uso da capacidade de exploração e os limites da utilização dos recursos naturais chegará incompleto, no ano que vem. O levantamento, que deveria ter começado em novembro do ano passado, atrasou, por falta de liberação de recursos para o levantamento da primeira fase, orçada em Cr$100 milhões. O levantamento total custará cerca de Cr$650 milhões e está dividido em três etapas: localizar toda a potencialidade da Floresta Amazônica, dividir por áreas específicas todo este potencial e, por último, especificar o limite de cada área, para utilização sustentável (JC).