O governo não pretende retomar as obras da usina nuclear de Angra 2, que representa custos diários de US$1 milhão, decorrentes do pagamento de juros aos bancos estrangeiros credores do projeto e de despesas com a manutenção de pessoal técnico e equipamento. A informação é do secretário nacional de Energia do Ministério da Infra-estrutura, Armando Ribeiro de Araújo. Segundo ele, o governo está dando prioridades para regiões mais vulneráveis, como o Nordeste e os locais isolados. A região Sudeste, disse, está tranquila quanto ao fornecimento de energia elétrica, "pelo menos para os próximos cinco anos", e por isso, Angra 2 não é prioritária (GM).