A indústria da construção civil está praticamente paralisada em pelo menos duas cidades de São Paulo: Santos e Presidente Prudente. Os trabalhadores do setor decidiram entrar em greve no último dia 15 por não aceitarem a proposta de reajuste de 36,5% sobre os salários de fevereiro feita pelo sindicato patronal. Os operários-- 800 mil em todo o estado-- querem elevar o piso da categoria dos atuais Cr$23,7 mil (ajudantes) e Cr$33,7 mil (qualificados) para, respectivamente, Cr$45 mil e Cr$65 mil (GM).