Depois de dois dias de reuniões, em Montevidéu (Uruguai), os ministros do Trabalho dos países integrantes do Mercosul (Mercado Comum do Cone Sul) se comprometeram em estudar a assinatura de "um instrumento (...) que contemple as questões trabalhistas e sociais" que virão com a integração. Os ministros disseram que é necessário "garantir que o processo de integração seja acompanhado de um melhoramento efetivo das condições de trabalho nos países que assinaram o tratado do Mercosul". A declaração final inclui, ainda, promessas de cooperação nas áreas de seguridade social, formação profissional e relações de trabalho, além de promover a criação de subgrupos destinados a "avançar estudos para a área". O documento foi assinado pelos ministros Rodolfo Diaz (Argentina), Antônio Rogério Magri (Brasil), Hugo Estigarribia (Paraguai) e Carlos Cat (Uruguai), além do vice-ministro do Chile (Eduardo Loyola Osorio) (JC).