O ex-ministro da Marinha Maximiano da Fonseca, 72 anos-- atualmente almirante da reserva, diretor da PETROBRÁS e presidente da PETROBRÁS Distribuidora (BR)-- teme que possam ocorrer "manifestações isoladas" de insubordinação entre os militares por causa da defasagem salarial. Fonseca afirmou ontem, no Rio de Janeiro, que esse é o pior momento salarial da história das Forças Armadas. "O militar ficaria quietinho se todo mundo estivesse apertado, mas não é isso que acontece", disse (FSP).