O FMI (Fundo Monetário Internacional) divulgou ontem, em Washington (EUA), sua previsão para o crescimento da economia mundial este ano: 1,2%. Há seis meses, a previsão era de 2,7%. O órgão considera 1991 como o "fundo do poço". O crescimento da América Latina será de 1% este ano, contra a previsão inicial de 3,6%. Isso será possível, segundo o documento, por causa de países que estão abrindo seus mercados para o comércio externo, como México, Chile e, até certo ponto, o Brasil. A recessão atual no continente propiciará uma queda nos níveis médios de inflação anual. O FMI prevê que este ano, a inflação será de 40,9%. Em 1992, a taxa cairia para 18% (FSP).