Os cerca de oito mil motoristas e cobradores das empresas municipais e intermunicipais de ônibus do ABCD paulista entraram em greve ontem, por tempo indeterminado. A paralisação deixa cerca de 1,2 milhão de pessoas sem transporte na região. A categoria reivindica reajuste salarial de 48,08%, previsto no acordo coletivo firmado em novembro último, referente às perdas salariais desde maio de 1990. As empresas vinculam o reajuste ao repasse nas tarifas (FSP).