A RENEGOCIAÇÃO DA DÍVIDA COM O FMI

O presidente do Banco Central, Ibrahim Eris, admitiu ontem que as próximas negociações com o FMI (Fundo Monetário Internacional) poderão ser difíceis, pois o FMI deverá insistir numa taxa de inflação de 2% ao mês, no prazo de seis meses. "A austeridade fiscal e monetária faz parte do receituário do Fundo, mas também é o nosso receituário. A questão da inflação será o cerne da nossa negociação, mas não assinaremos um acordo que seja impossível de cumprir", garantiu, ao depor na Comissão de Finanças e Tributação da Câmara dos Deputados (O ESP).