O diretor-presidente do Centro de Pesquisas e Assistência Integrada à Mulher e à Criança (Cpaimc), sediado no Rio de Janeiro, médico Hélio Aguinaga, refutou as acusações de técnicos do Ministério da Saúde de que a entidade que preside sobrevive apenas com a esterilização de mulheres de baixa renda. Segundo ele, as ligaduras de trompa realizadas no Cpaimc este ano representaram apenas 0,5% do total de atendimentos. O médico esclareceu que o Cpaimc é um programa de cuidados básicos de saúde na área materno-infantil, sem fins lucrativos, que executa 18 atividades, entre as quais o planejamento familiar (JB).