A captação líquida da poupança (volume de depósitos menos total de saques) aumentou 4,64% do dia 28 de fevereiro para o dia 22 de março, dobrando praticamente a média de crescimento dos dois meses imediatamente anteriores. Para a ABECIP (Associação Brasileira das Entidades de Crédito Imobiliário e Poupança), por trás desse resultado está a rejeição ao fundão e a fuga dos impostos cobrados às aplicações no mercado financeiro. O balanço de março mostra que, até o dia 22, foram injetados Cr$134 bilhões na caderneta, elevando para Cr$3,242 trilhões o total de depósitos. Isso significa um avanço de 12,3% sobre o estoque de dezembro do ano passado (FSP).