As 139 empresas estatais produtivas, não financeiras, irão investir neste ano Cr$4,1 trilhões e gastar o equivalente a Cr$3,2 trilhões com pessoal e encargos sociais, segundo aprovou no último dia 18 o presidente Fernando Collor, com base em exposição de motivos da ministra da Economia, Zélia Cardoso de Mello, publicada ontem no Diário Oficial da União, estabelecendo o Programa de Dispêndios Globais (PDG) das estatais federais para 1991 (JC).