O Tribunal Superior do Trabalho (TST), por unanimidade, julgou ontem abusiva a greve dos petroleiros e decidiu que a PETROBRÁS deve descontar dos salários os 21 dias de paralisação. A punição inclui os dirigentes sindicais. O TST entendeu que as reivindicações não justificavam o movimento e determinou a imediata volta dos petroleiros ao trabalho. O comando de greve recomendou que a paralisação continue. O presidente da empresa, Eduardo Teixeira, disse que os 190 funcionários dispensados serão readmitidos desde que não tenham cometido falta grave (O ESP).