O medo de represálias levou o promotor de Justiça de Peixoto Azevedo, Adauto José de Oliveira, que recebeu no último dia 16 o relatório do inquérito policial solicitando a prisão preventiva de 23 acusados de participarem da chacina de Matubá, a se declarar impedido para oferecer a denúncia. Ele entrega hoje, em Cuiabá, ao procurador geral da Justiça, Antônio Hans, pedido de substituição de processo (O Globo).