A Corregedoria da Justiça do Paraná determinou a abertura de inquérito policial para apurar denúncia de discriminação racial e arbitrariedades cometidas pelos seguranças do Shopping Muller, o maior e mais sofisticado de Curitiba. Em janeiro último, a dona-de-casa Dorotéa Baroni, 41 anos, negra, foi acusada de furto no interior de uma loja no shopping e, após ser agredida fisicamente no setor de segurança, foi fotografada como ladra e levada para uma delegacia de polícia, onde sofreu uma tentativa de extorsão por policiais civis (JB).