Um telefonema do Ministério da Educação ao prefeito de Alto Araguaia, no Mato Grosso, Edson Rodrigues Borges, levou o governo a descobrir uma quadrilha que estava agindo na intermediação de recursos do salário- educação irregularmente. O grupo seria responsável pelo desvio de Cr$77 milhões através da elaboração de 21 falsos processos de prefeituras, a maioria do Mato Grosso e da Bahia. Entre os envolvidos, estão pessoas lotadas na própria Secretaria Executiva do Ministério da Educação. O Ministério da Justiça determinou à Polícia Federal a abertura de inquérito policial para apurar os envolvidos na fraude do salário- educação (JB).