Segundo as informações, o governo brasileiro vai adotar critérios políticos para escolher o foguete que lançará, no ano que vem, o primeiro satélite de coleta de dados projetado e construído no país pelo INPE (Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais). Pelo custo e ofertas de cooperação tecnológica, a Aeronáutica prefere a proposta da empresa soviética Glavkosmos, mas deixará aberta a possibilidade de escolha do foguete norte-americano Pegasus, como alternativa de aproximação com os EUA. Os dois foguetes custam cerca de US$10 milhões, mas o soviétivo envolve transferência de tecnologia, a possibilidade de uso da base de Alcântara (MA) para o lançamento e o início de um programa amplo de cooperação espacial. A proposta norte-americana baseia-se num sistema em que o foguete é transportado por um avião e disparado a 10 mil metros de altitude (O Globo).