O ministro do Trabalho e Previdência Social, Antônio Rogério Magri, recuou e desistiu de reter o dinheiro arrecadado com a cobrança do Imposto Sindical e decidiu liberá-lo, como de praxe, às confederações, federações e sindicatos de empregados e empregadores. Advertido pelo consultor-geral da República, Célio Silva, o ministro foi convencido de que, como não foi aprovada até o momento qualquer lei acabando com o Imposto Sindical, ainda está em vigor a CLT (Consolidação das Leis do Trabalho), que distribui 60% do total da arrecadação do imposto para os sindicatos, 20% para o governo, 15% para as federações e 5% para as confederações (O ESP).