Conversar com o governo só a partir de propostas concretas. Ir até Brasília só para tomar cafezinho" ou "ouvir explicações sobre medidas já tomadas" está fora dos planos das duas centrais sindicais convidadas para uma reunião ontem com o ministro do Trabalho e Previdência Social, Antônio Rogério Magri, e a ministra da Economia, Zélia Cardoso de Mello. Tanto a CUT (Central Única dos Trabalhadores) quanto a CGT (Confederação Geral dos Trabalhadores), que juntas representam cerca de 32 milhões de trabalhadores, recusaram o convite para o encontro com o governo. A CGT não nai em nenhuma hipótese. Não temos mais o que ouvir do
35940 governo, disse o presidente da entidade, Francisco Canindé Pegado. ""A CUT tem coisas mais importantes para fazer do que ouvir explicações de um governo onde faltam autoridade, credibilidade e seriedade", disse Ricardo Berzoini, membro da Executiva Nacional da CUT (GM).