O presidente da PETROBRÁS, Eduardo Teixeira, disse ontem que o governo não cogita fazer reajustes nos preços dos combustíveis nos próximos dias, em consequência da guerra no Golfo Pérsico. Segundo ele, o governo pretende observar o comportamento do mercado para evitar uma possível internalização automática de mudanças bruscas. Teixeira disse que o governo trabalhava com uma hipótese de aumento de preços no dia da deflagração da guerra, dependendo de como o mercado reagisse. Como o petróleo baixou de preço no mercado internacional, não houve necessidade de aumento dos derivados no Brasil (FSP).