Com base no auto de exame cadavérico do Instituto Médico-Legal Afrânio Peixoto, do qual consta que o cadáver de Leandro Vasconcellos (que na verdade se chamava Carlos Alberto da Silva Andrade) não mostra sinais de lesões violentas, o secretário de Polícia Civil, Arnaldo Campana, determinou, ontem, a instauração de inquérito para apurar a denúncia do advogado Luís Alves da Costa, de que Leandro (Carlos) morreu em consequência de espancamentos e torturas sofridos na 10a. DP de Botafogo, no Rio de Janeiro (JB).