Um estudo produzido pela FIESP (Federação das Indústrias do Estado de São Paulo) propõe uma fórmula curiosa para as empresas brasileiras ampliarem a produção e ganharem maior competitividade internacional. Basicamente, a proposta defende aumento na carga horária de trabalho com o retorno do sistema de trabalho anterior a atual Constituição: carga horária semanal de 48 horas, incluindo oito horas de trabalho aos sábados, além da extinção dos feriados, com exceção das datas mundiais como o Natal e o Ano Novo. Conservaria apenas o dia sete de setembro como data comemorativa nacional. A sugestão estava prestes a ser apresentada nas reuniões entre governo, trabalhadores e empresários, quando o entendimento nacional malogrou. Agora, continuará sendo trabalhada para ser apresentada publicamente em uma ocasião política mais adequada, talvez durante as negociações para reforma da Constituição (JB).